A carroça que navega pelos montes e vales do tempo não precisa de palha para ter força. A sua força germina na concavidade da roda da vida, como mãos que amparam o fio de água que dá de beber à Besta. Não há prego nem bifana, nem francesinha que a faça morrer na praia do Passado a contemplar a Bola Azul de Nívea. Nada a pára, nada! Nem um pires de caracóis a acompanhar com uma imperial... perdão, fino! na esplanada do Futuro com vista sobre uma das crateras de Marte. Brinda-te. Abraça-te à Árvore da Vida nesta floresta de picaretas e nunca desdenhes o Presente, atingirás a imortalidade que está no fundo da garrafa. Também ela será Presente. O teu. Mesmo que o negues.
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